Dois anos e nove meses de Valentina: Amor incondicional!

Dois anos e nove meses ela faz hoje. Mas às vezes acho que tenho uma adolescente em casa.

Retruca, questiona e dá as respostas mais elaboradas para se safar de uma bronca. Tem o pensamento rápido e nos desarma com uma frase que sabe que é impactante. Me afronta, exige o melhor de mim. Exige minha paciência, minha flexibilidade e principalmente minha empatia. Dois anos e nove meses, e tem o poder de me fazer trocar de lugar com ela o tempo todo para tentar ver o mundo com seus olhinhos redondos.

É amada, muito amada, não importa quantos brinquedos jogue no chão. Independente das crises para não escovar os dentes e da sua dificuldade em dizer sim, você será sempre amada Valentina. Eu sempre te amarei exatamente como você é. Nos seus dias bons ou nos seus dias ruins. Nos seus acertos e nos seus erros. E por mais que alguns filósofos insistam em dizer que não existe amor incondicional, eu te garanto que o meu amor por você é!

Aos dois anos e nove meses Valentina possui um vocabulário digno de nota. Juro que não é porque é minha filha, mas seu desenvolvimento cognitivo me assusta! Conversa com qualquer adulto sem a menor dificuldade, e se não é entendida não desiste até conseguir.

Já melhorou muito a fase difícil dos Terribles Two, mas de repente parece voltar a estaca zero. Tenho me mantido firme com a decisão de não bater, mas a coloco no cantinho do pensamento, e tem dado certo. Respeito os seus limites, e acredito que ela está dentro de suas dificuldades da sua faixa etária.

Algumas de suas frases ditas com dois anos e nove meses:

“Valentina, não poderemos ir ao aniversário porque está chovendo.” (Não queria dizer que era porque a Isabela estava gripada.) Ela me responde sem pestanejar: “E o que que tem, a gente usa o guarda-chuva e o carro é coberto!”

“Papai, nossa casa é de tijolos?” O pai responde que sim. Ela suspira aliviada e diz: “Ah que bom, assim o lobo não sopra!”

“Mamãe, eu quero ter mais irmã.” “Porque Valentina?” “Pra ter mais gente pra brincar!”

“Valentina, quando for de manhã eu pego a pilha pra você.” “Por quê? Não tem problema não pegar a pilha de noite!”

“Por que a Isabela não vai para a escola?” “Porque ela é bebê Valentina.” “Mas na minha escola tem a sala dos bebês!”

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