Se um dia eu me imaginei sendo mãe de três meninas?

Se um dia eu me imaginei sendo mãe de três meninas? Imaginei sim.
Mas eu não sabia que teríamos cores diferentes em cada relação. O amor é igual, meu coração ficou muito grande! Mas eu tenho uma história com cada uma delas. Valentina é minha base, me deu um norte. Ela é minha âncora, a lembrança das minhas raízes. Retirou meu egoísmo, inseriu o amor verdadeiro ao próximo. Valentina é o conhecimento, o reconhecimento do amor mais puro e nobre que eu pude oferecer.
Isabela me fez acreditar em mim mesma. A maternagem da Valentina me deixou insegura, a da Isabela trouxe uma nova força. Me mostrou que eu poderia ter um parto normal, que eu podia lutar por isso. Trouxe minha auto-confiança de volta, me mostrou que a maternidade não é preta no branco. Me trouxe flexibilidade e mais harmonia.
Sophia é a sobremesa, minha leveza, minha destreza. Ela é a ternura em cada traço. É um pingo no i, é a certeza de que eu sou uma boa mãe mesmo errando todo dia. Ela é a união de cada filha, o laço, o enlace, o encaixe.

Se um dia eu me imaginei sendo mãe de três meninas? Eu imaginei sim… Eu pensava nos laços, no cheiro de massinha, em fazer uma lancheira, no gosto de uma papinha. Eu pensava no que eu poderia mostrar, ensinar, fazer. Mas nunca, eu nunca imaginei que aprenderia infinitamente mais do que ensinaria. Eu pensava no que poderia fazer por elas, eu não tinha ideia do que elas poderiam fazer por mim. Gratidão eterna por poder viver tudo isso. Por Deus, pela vida, pelo meu marido e é claro: por cada um delas.

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